Sim, eu também acredito que o Papai Noel original seja do Pólo Norte. Mas também acho que foi algum americano que o contratou para começar a distribuir presentes, o que o tornou tão famoso mundialmente. É.... gostemos ou não, os americanos têm esse talento pra fama.
Nessa semana assisti a vários eventos de inauguração de árvores de Natal. Eu nunca tinha dado tanta atenção às árvores de Natal. Me limitava a achá-las graciosas. Mas aqui.... elas são comemoradas, cantadas, festejadas e, mais do que qualquer outro lugar do mundo, enfeitadas. E o auge do glamour para uma árvore de Natal, é tornar-se a “Rockefeller Center Christmas Tree”, que foi acendida há uma semana. Essa é, definitivamente, a “Angelina Jolie” das árvores de Natal.
E ainda, continuando no tema, nessa semana em que todos por aqui estão sendo “obrigados” a entrar no clima de Natal devido às luzes, músicas, renas e árvores, eu me transformei no Papai Noel da residência onde moro. Aconteceu que tivemos aulas de “baking” a semana toda, o que gerou uma quantidade gigantesca (incrível a capacidade de produção de 16 pessoas ao mesmo tempo numa cozinha!) de pães, bolos, muffins, bagels, cookies, cookies e cookies... Depois de alimentarmos todos os funcionários da escola, ainda sobrava muito pra levarmos pra casa. E assim, acabei injetando uma carga extra de glicose nas senhorinhas daqui! Tomei o cuidado de perguntar se não eram diabéticas, e todas me responderam: não!! Um pouco descrente sobre essa informação, deixei-as deliciar-se com as guloseimas.... Como diria minha avó: “Não pode fazer mal algo que é comido com tanto gosto”. Além do mais, tratava-se de cookies saudáveis, sem adoçantes artificiais, sem corantes, preservativos... tudo orgânico, da melhor qualidade possível. Sendo assim, meu pecado parece estar amenizado.
Bom é isso... Agora deixo alguns retratos dos últimos acontecimentos!
Um beijão e boa semana a todos!!
Maria Amora
Letra da música homenageando as Christimas Trees!! Pelo que soube, a música é originalmente alemã... mas é muito cantada na versão em inglês aqui!
O Christmas Tree
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy leaves are so unchanging;
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy leaves are so unchanging;
Not only green when summer's here,
But also when 'tis cold and drear.
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy leaves are so unchanging!
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Much pleasure thou can'st give me;
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Much pleasure thou can'st give me;
How often has the Christmas tree
Afforded me the greatest glee!
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Much pleasure thou can'st give me.
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy candles shine so brightly!
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy candles shine so brightly!
From base to summit, gay and bright,
There's only splendor for the sight.
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
Thy candles shine so brightly!
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
How richly God has decked thee!
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
How richly God has decked thee!
Thou bidst us true and faithful be,
And trust in God unchangingly.
O Christmas Tree! O Christmas Tree!
How richly God has decked thee! !"
Não! Essas não são as luzes do Natal... Só quis mostrar pra vocês a recepção do Centro de Informações do Lincoln Center.. Como se não bastasse a arquitetura, ainda rola um showzinho de jazz toda semana ali no palquinho da esquerda....
Agora sim... "As luzes do Natal"
Olha a "Angelina Jolie" das árvores de Natal!
A árvore de Natal do Rockefeller center... E dá pra esquiar na pista de gelo lá também!
Crianças com chifrinhos de renas que vieram tocar na inauguração da árvore da residência.... Estavam desafinados que só... mas foi engraçadinho.
E depois das músicas, orações, agradecimentos: A árvore acendeu!!
Manifestante desalojado de Wall Street propondo a ocupação de uma nova área em NYC (Beeeeem mais elegante, bobo ele viu?!)
E aqui começa o desfile dos "Baked". Esse é o pão que fiz, chama-se "CHALLAH" (pão Judeu), antes de dar a última crescida pra ir ao forno.
Esse é "CHALLAH" depois do forno. Uma delícia!
Esses são "Scones" de Cranberry e nozes...
Cookies!!
Cookies!!
Cookies!!
Cookies!!
E pra fechar uma sobremesa gelada....!!
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Diretamente da terra de Papai Noel...
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sábado, 17 de setembro de 2011
Rumo ao topo
Na sexta foi o dia de rodar NYC pra conferir se tudo estava no lugar ainda.
Andei da minha residência, que fica lá embaixo (sou uma Downtown girl) até a Columbus Circus, na altura da 59th street. Lá fiz um dos meus programas preferidos: almocei no Buffet do Whole Foods, que é uma rede de supermercado de produtos orgânicos.
No caminho parei na Public Library, que eu nunca tinha visitado. Tudo me encantou no cenário do filme onde NY é coberta por neve, após uma chuva torrencial. A beleza do prédio, a organização em todos os setores. Demais. Vou cuidar de fazer uma carteirinha e vou procurar por algo para estudar porque, com um lugar daqueles, dá pra pensar em iniciar um doutorado, continuar para o pós-doutorado ou qualquer coisa que me obrigue a passar horas diárias lá.
Na volta meus pés estavam reclamando. Pudera! Fui fazer essa caminhada de sapatilha!! E fui voltando bem devagar, já separada dos meus amigos brasileiros, perdidos nas lojas do caminho.
Há pouco tempo soube que a lavagem a seco deixa a roupa com componentes de grande potencial cancerígeno e, por isso, não é recomendável fazê-la. Não me importei e nem pensei sobre o assunto na época. Aqui em NY multiplicam-se as lavanderias que prometem lavar nossas roupas com produtos orgânicos, sem química. Pela quantidade de lavanderias que vi, as pessoas aqui levam isso a sério. Organic cleaning.
Quando cheguei à minha residência, tratei de agilizar minha mudança para o “new room”. Pela primeira vez, aqui em NYC, subi na vida: do quinto para o décimo sexto andar. A mudança rendeu dois suspiros: um quando abri a janela e vi o empire state building e o prédio da Chrysler bem ali no meio de tantos outros e o segundo quando o dia se foi e esses mesmos prédios iluminaram-se.
Beijos a todos,
Maria Amora
Andei da minha residência, que fica lá embaixo (sou uma Downtown girl) até a Columbus Circus, na altura da 59th street. Lá fiz um dos meus programas preferidos: almocei no Buffet do Whole Foods, que é uma rede de supermercado de produtos orgânicos.
No caminho parei na Public Library, que eu nunca tinha visitado. Tudo me encantou no cenário do filme onde NY é coberta por neve, após uma chuva torrencial. A beleza do prédio, a organização em todos os setores. Demais. Vou cuidar de fazer uma carteirinha e vou procurar por algo para estudar porque, com um lugar daqueles, dá pra pensar em iniciar um doutorado, continuar para o pós-doutorado ou qualquer coisa que me obrigue a passar horas diárias lá.
Na volta meus pés estavam reclamando. Pudera! Fui fazer essa caminhada de sapatilha!! E fui voltando bem devagar, já separada dos meus amigos brasileiros, perdidos nas lojas do caminho.
Há pouco tempo soube que a lavagem a seco deixa a roupa com componentes de grande potencial cancerígeno e, por isso, não é recomendável fazê-la. Não me importei e nem pensei sobre o assunto na época. Aqui em NY multiplicam-se as lavanderias que prometem lavar nossas roupas com produtos orgânicos, sem química. Pela quantidade de lavanderias que vi, as pessoas aqui levam isso a sério. Organic cleaning.
Quando cheguei à minha residência, tratei de agilizar minha mudança para o “new room”. Pela primeira vez, aqui em NYC, subi na vida: do quinto para o décimo sexto andar. A mudança rendeu dois suspiros: um quando abri a janela e vi o empire state building e o prédio da Chrysler bem ali no meio de tantos outros e o segundo quando o dia se foi e esses mesmos prédios iluminaram-se.
Beijos a todos,
Maria Amora
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